Canto da Almar

Canto da Alma




Numa noite de estrelas cintilantes,
O poeta entoa seus versos, vibrantes.
A lua, confidente silenciosa da noite,
Observa o coração do poeta em açoite.

Nas veredas do tempo, o poema se tece,
Como fios de luz, a esperança se aquece.
Caminha o poeta pela estrada da vida,
Entre risos e lágrimas, a jornada infinita.

No jardim da alma, flores desabrocham,
São os sentimentos que o poeta abraça.
Cada palavra, um suspiro da alma nua,
Cada verso, uma melodia que flutua.

A saudade dança na ponta da pena,
A alegria se espalha como luz serena.
A paixão arde como chama intensa,
No coração do poeta, uma dança imensa.

Entre sonhos e realidade, o poema se faz,
Como um rio que flui, como o vento que traz.
Palavras são pássaros, voam pelo papel,
Carregando consigo o que o poeta quer revelar.

Oh, poeta, mensageiro do sentir,
Desenha com palavras o pulsar do existir.
No canto da alma, ecoam os ecos da vida,
Num poema longo, a história é infinita.

As estações mudam, o poema persiste,
Em cada linha, a alma do poeta existe.
Nas entrelinhas, segredos entrelaçados,
Como folhas de outono pelos ventos levados.

E assim, o poema, qual fio de destino,
Costura as páginas do tempo divino.
Num fluir constante, como rio que não se cansa,
O poeta, eterno, dança a dança da esperança.






 

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